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Governança corporativa em empresas familiares: por onde começar

08 de maio de 2026 7 min de leitura

Conselho consultivo, acordo de sócios e políticas internas são a base para longevidade. Roteiro prático de implementação em 12 meses.

Empresas familiares brasileiras respondem por mais de 60% do PIB nacional, mas menos de 30% chegam à terceira geração. A causa mais frequente não é o mercado — é a ausência de governança formalizada.

Um bom ponto de partida é a criação de um conselho consultivo com membros externos, seguido pela formalização de um acordo de sócios que trate sucessão, dividendos, entrada e saída de familiares e critérios de admissão de herdeiros na gestão.

Em paralelo, políticas internas de compras, aprovação de despesas, remuneração variável e conflito de interesses estabelecem o pacto ético que sustenta a longevidade. A governança não engessa — ela liberta o fundador para pensar estratégia.

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